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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

RELATORIO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DOS DJS

05 de dezembro de 2008 – Plenário da Alerj

TEXTO DA ALICIA MORENO
(TRANSCRITO INTEGRALMENTE SEM QUAISQUER ALTERACOES)



A Audiência contou com a presença de 114 djs. A mesa foi presidida pelo pres. Da comissão de trabalho da Alerj, dep. Paulo Ramos; sendo composta pelo Superintendente das delegacias regionais de trabalho; pelo Superintendente do Ministério do Trabalho, representando o Ministro Carlos Lupi; pelo pres. e vice presidente da Associação dos Djs do Est. do Rio de Janeiro respectivamente DJ Bosco e Alicia Moreno e do assessor do dep. Chico Alencar.

Após as palavras dos integrantes da mesa, sobre a situação atual do DJ no mercado de trabalho e da dificuldade da regulamentação da profissão no país . O deputado Paulo Ramos decidiu criar uma Lei estadual que deverá obrigar os estabelecimentos comerciais, oferecer condições mínimas de segurança para que a atividade seja exercida. Como por exemplo: cabines com mais espaço e sem ruído e cadeiras especiais para que o DJ não trabalhe de pé o tempo todo.

O Representante do Ministério do trabalho informou que o órgão deverá começar a fiscalizar principalmente cursos que não sejam devidamente reconhecidos.

Foi aberto a palavra para a participação dos presentes.

Finalizando a vice presidente da ADJ-RJ faz a entrega da Carta Manifesto, assinada por todos, para o deputado Paulo Ramos entregar ao ministro Carlos Lupi, no sentido dele agilizar o processo da aprovação da lei que regulamenta a profissão.

Na próxima segunda feira, a ADJ-RJ deverá se reunir com o deputado para contribuir na criação desta lei estadual.


PENSO, LOGO OPINO!!!


Como a ADJ-RJ nasceu

Para mim não foi novidade quando vários djs chegaram na Audiência Pública informando terem recebido emails e contatos no Orkut da Sandra Gal desqualificando a Audiência Pública que aconteceu.

C
omo muita gente presenciou no evento, havendo uma deselegante atitude da Discoterj, criando um clima de intriga entre as Associações, resolvi contar tudo o que realmente acontece sobre isso.
Eu não tenho a mínima intenção de esquecer qualquer mobilização para a regulamentação da profissão de dj que tenha sido feita no passado, sempre deixei claro que faltou a estas mobilizações realizar desdobramentos no caminho correto para prosseguir. Qual caminho? A aprovação de uma lei que regulamente a profissão. E foi isso que fui buscar, promovi reuniões com a categoria para se chegar ao projeto de lei 2631/2007 de autoria do dep. Brizola Neto. Foram 06 reuniões, inicialmente na Rua da Ajuda, na Secretaria de estado de planejamento, depois na FUG e na Secretaria estadual de Trabalho. Convidei pessoas para que juntos criássemos uma entidade representativa para a classe. Uma das convidadas foi a Sandra Gal, que era a dona de uma associação com 24 anos de fundada, mas que estava completamente parada em suas atividades. Outro convidado foi o Sergio Bandeira, diretor de um Sine e que junto comigo encaminhou o escopo do projeto de lei para o dep. Brizola Neto (autor da lei). Justamente para aproveitar o tempo de fundação da Discoterj para conseguirmos mais benefícios junto as instituições públicas, resolvemos aderir uma diretoria que foi estabelecida com a participação de 25 pessoas para integrarem o estatuto da Discoterj, que juridicamente era feito apenas com o nome da Sandra Gal e o seu contador. O tempo foi passando e não havia um consenso em modificar este estatuto para criar uma diretoria estabelecida. Até hoje pelo que eu saiba a Discoterj não tem diretoria estabelecida juridicamente. Então começaram a ocorrer uma série de atitudes arbitrárias que eu não concordava, entre a principal delas estava na declaração grotesca do Sergio Bandeira, afirmando que seria o presidente do sindicato dos djs e até de uma federação, que já estava certo para ele receber a carta sindical. Fui contra, pois quero que aconteça um processo de escolha de chapas e eleição para todos, caso venha ocorrer o sindicato, pois o momento agora é de regulamentar a profissão e não ficar de olho em sindicato. Completamente insatisfeita dos rumos que a coisa estava tomando, eu e mais uma parte do grupo dos 25 djs resolvemos formar uma associação de verdade. Aí nasceu a ADJ-RJ que já está constituída juridicamente. Achei muito engraçado a Sandra Gal, começar a dizer que o grupo era "dissidente da discoterj" afinal como vou ser dissidente de uma coisa que eu não faço parte oficialmente? Lamentável a forma como o Claysoul e a Sandra Gal se portaram neste processo todo, mas tenho a convicção de que eles foram meros instrumentos do Sérgio Bandeira. Ninguém é dono de um movimento social. Vou continuar promovendo reuniões, mesmo com a Discoterj não querendo participar produtivamente. Para quem não sabe Sandra Gal e Claysoul NÃO quiseram assinar o manifesto para a regulamentação que vai ser entregue ao Ministro Lupi. Temos que pensar em somar, multiplicando esforços para a aprovação deste projeto de lei. Pensar em usar o movimento para promover causa própria, isso sim é oportunismo.
Maktub.

''TEXTO EXTRAIDO DO BLOG DA
ALICIA MORENO''


UM FORTE ABRACO DO AMIGO ...

POLEMMICO DJ

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